Vem aí o Stations, do Spotify!

Cola com a gente pra entender como funciona o novo filhotinho do Spotify, e o que a chegada dele representa para o mundo da música e para você!

Vem aí o Stations, do Spotify!O Spotify não se tornou o serviço de streaming de música mais famoso do mundo “só” por causa do seu catálogo incrível e da sua praticidade. Um dos seus maiores feitos foi proporcionar aos usuários uma experiência musical diferenciada, usando vários tipos de funcionalidades e recursos que combinam curadoria e personalização.

E agora essa personalização vai ser levada a um outro nível, amigos.

No final de janeiro de 2018, o Spotify lançou um novo experimento, o Stations, que promete escolher músicas para você com ainda mais perfeição.

Cola com a gente pra entender como funciona esse negocinho e o que a chegada dele representa para o mundo da música e para você!

O que é o Stations

O Stations não é uma função nova do app Spotify; é um app totalmente novo.

Ele usa o catálogo de músicas do Spotify, mas sua finalidade e suas funcionalidades são um pouco diferentes.

Poucas pessoas têm tido acesso ao Stations, mas até agora o que se sabe desse novo filhotinho do Spotify é que ele funciona como uma rádio, como o próprio nome sugere.

Quando você o abre, ele automaticamente começa a tocar música. Não é preciso digitar nada, não é preciso fazer buscas pelo nome de um artista, música, álbum ou estilo.

O app te fornece algumas opções de gêneros; você seleciona um e ele já põe uma música pra você ouvir. Gostou? Deixa rolando. Não gostou? Passa para a próxima. Tá em dúvida? Ouve um pouquinho – se gostar, deixa; se não gostar, pula.

Com base na sua reação à música (deixá-la tocando ou pular para a próxima), o Stations vai “decifrando” seu gosto, para te fornecer mais e mais músicas sem que você precise fazer nenhum esforço além de… ouvi-las.

Vem aí o Stations, do Spotify!O poder dos algoritmos

O Spotify “pai” já usa de algoritmos muito específicos para selecionar música para você. Isso é resultado de uma preocupação de muitos anos da empresa em catalogar e classificar músicas, artistas e álbuns conforme o estilo (e outras características). Também é fruto de parcerias do Spotify com startups como a The Echo Nest, especializada em geração de dados sobre compreensão de música e de preferências do usuário.

É simples: a pessoa que trabalha pro Spotify ou pra Echo Nest ouve uma música e faz uma fichinha dela (nada mal esse trabalho, hein!?), classificando-a segundo alguns estilos – que vão desde gêneros super amplos, como “pop”, até gêneros super específicos e wtf?, como “escape room”.

Quando você ouve essa música, o Spotify entende que você curte todas as características associadas a essa música, e com base nisso ele te fornece novas músicas que têm as mesmas características ou pelo menos alguma relação com elas.

Se você pula a música, o Spotify entende que você não curtiu, e não vai usar esses dados para te fornecer mais música.

Absolutamente tudo que você faz no Spotify gera uma base de dados que ele usa para te indicar músicas, para escolher as músicas que tocam em automático quando uma playlist sua termina, para gerar aquelas playlists personalizadas que você recebe todo dia (Daily Mix) ou toda semana (Discover Weekly) etc.

O Stations é uma aposta do Spotify no poder que esses algoritmos têm de entender as suas preferências, para poder te indicar músicas compatíveis com elas.

A promessa do Stations é tornar ainda mais fácil encontrar o tipo de música que você gosta, sem que você precise procurar ou ficar escolhendo entre milhões de opções.

O que a chegada do Stations representa para a indústria da música

Com milhões de músicas ao nosso alcance sendo trazidas para nós com tanta facilidade, é razoável prever que vamos ficar mais mimados e mal acostumados. Brincadeira! Hahaha… Ou não. Afinal, esse é um dos efeitos colaterais de toda invenção que facilita a nossa vida, né?

Agora, falando sério, há no mínimo 3 coisas que o sucesso de um app como o Stations pode significar para quem ouve e/ou faz música:

  1. A personalização é e vai continuar sendo palavra de ordem

Curadoria, design de playlist, user experience, seja qual for a palavra ou expressão chique que você ouça, o que tudo isso significa basicamente é que o mercado – aliás, não só o mercado da música, mas sim o mercado em geral – está e tende a ficar ainda mais atento à personalização, aos nichos, ao oferecimento de serviços cada vez mais específicos.

  1. Ter um “nome” pode deixar de ser relevante para um artista ser ouvido

O que será determinante para o Stations recomendar uma música a alguém é a compatibilidade com o seu gosto. Em tese, isso significa que artistas de renome e artistas who?  terão a mesma probabilidade de irem parar na playlist de um usuário, desde que façam o tipo de música que ele curte ouvir.

  1. Sua música pode ter mais chance de ser ouvida

Opa! É um novo mar de possibilidades de sua música ser recomendada e incluída em playlists personalizadas para usuários de todos os lugares do mundo.

Legal. Quando posso baixar o Stations?

Por enquanto, o Stations só está disponível para alguns usuários na Austrália, e apenas no sistema Android, de forma gratuita. Não há previsão de lançamento em outros países e outros sistemas operacionais.

Porém, como todas as novidades que o Spotify testa, acredita-se que a intenção é disponibilizá-lo para o resto do mundo, se os testes correrem conforme o esperado.

E como posso colocar minha música no Stations?

O Stations vai usar o catálogo do Spotify. Se você ou sua banda ainda não estão lá, veja como podemos te ajudar e leia nossos artigos sobre como tirar o melhor proveito possível da plataforma.


Guia do Spotify

Foto 2: Gerador de memes

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