Músicos, conte-nos sua história de sucesso

Você não é o Lobão, mas merece uma biografia. O blog CD Baby vai te ajudar: conte sua história de sucesso para nós!

iStock_000002111651XSmall-300x199Por Chris Robley

Que experiência musical única, ou estratégia te trouxe aonde você se encontra hoje?

Você fez alguma coisa um pouquinho diferente dos outros na sua carreira que te levou aonde está hoje? (seja no seu marketing, sua apresentação ao vivo, instrumentação da banda, branding e patrocínio etc.)? Ter criado seu próprio caminho em alguma medida te ajudou a chegar ao sucesso?

Se ajudou, queremos ouvir tudo sobre.

Talvez você tenha ganho 10 mil fãs no ano passado postando vídeos no YouTube. Talvez  você tenha conseguido fazer da sua música um “emprego em tempo integral” depois de decidir parar de tocar em bares de rock e começado a fazer um circuito mais lucrativo tocando em micaretas. Talvez você tenha ganhado cobertura da mídia por ter feito uma música sobre um mal social, e doado a grana para uma ONG.

Qualquer seja seu encontro com a música — se foi um acidente único, anos tentando ou um encontro por acaso — se fez você evoluir como profissional, queremos ouvir.

Conte a história da sua carreira musical de sucesso nos comentários, aqui embaixo.

5 Comentários

  1. rafaelpompeu@gmail.com'
    by Rafael Pompeu on março 13, 2014  17:26 Responder

    Quando eu tinha 15 anos, em 1999, criei um site dedicado à banda australiana Men at Work, e alguns anos depois ele foi visitado pelo vocalista Colin Hay. Começou um ali um contato que culminou numa viagem a Los Angeles, em setembro de 2001, quando pude acompanhar uma turnê, além de conhecer a casa e estúdio do cantor.
    Isso me inspirou a começar a minha própria carreira musical. Em janeiro de 2002 realizei a minha primeira apresentação na minha terra natal, Socorro-SP.
    Em dezembro de 2003, durante uma viagem de volta pra casa encontrei alguns músicos pedindo carona, e eles me disseram que estavam indo pra um ensaio sem vocalista. Acabei assumindo o posto e fundei a banda Freeway, rebatizada de Rockstrada alguns anos depois.
    Quando Colin Hay voltou ao Brasil em 2004, fui convidado pela produção para acompanhar a turnê fazendo parte da equipe. Na turnê brasileira de 2007 tive a oportunidade de abrir seu show no palco do HSBC Brasil em São Paulo, com a participação de Andre Jung (ex-baterista do Ira! e Titãs).
    A amizade com os integrantes do Ira! começou a se estreitar também. Nasi participou de um show da Rockstrada em abril de 2008 na cidade de Poços de Caldas-MG.
    A Rockstrada foi convidada pelo SESC para montar um show em tributo ao Ira! em 2010. O resultado do primeiro show, apresentado no SESC Catanduva com a participação de Andre Jung, foi tão positiva que acabou se tornando numa turnê que passou por diversas cidades do estado de São Paulo, inclusive na capital em casas como Manifesto e O Kazebre.
    Edgard Scandurra me convidou para um depoimento nos extras do seu primeiro DVD solo, "Edgard Scandurra", lançado em setembro de 2010. Ele também participou do CD de estreia da Rockstrada, "Novo Caminho", lançado em fevereiro de 2011, tocando na faixa "Fim do Mundo". A participação foi gravada no estúdio de Andre Jung, onde o Ira! costumava ensaiar. O baterista também assinou a percussão de duas faixas do CD da Rockstrada. Este foi o primeiro projeto fonográfico que reuniu dois ex-integrantes do Ira!, após a separação da banda em setembro de 2007.
    Nasi também deu a sua força ao CD lançando a faixa bônus "Riding Like a Zombie" em seu programa na rádio Kiss FM.
    A mais recente interação entre Rockstrada e Ira! aconteceu no clipe do single "Eu não preciso de você", lançado em 2013, com uma participação especial de Nasi.
    O contato com Colin Hay também continua, acompanhei mais uma turnê brasileira em 2011, e na Escócia e Inglaterra no ano passado. O site do Colin Hay é www.colinhay.com.br. Também criei um site-enciclopédia sobre o Ira!, chamado MundoIRA!, que se tornou uma grande referência sobre o trabalho da banda www.mundoira.com.br

  2. leandrodebenetti@gmail.com'
    by leandro debenetti on março 14, 2014  12:59 Responder

    Bom dia, legal essa iniciativa!

    Bem, minha história, se é de sucesso ou não, eu não sei. A idéia de sucesso é social ou pessoal? Requer fama, dinheiro imediato ou um sentimento de realização constante?

    Desde que aprendi a tocar teclado venho brincando com minhas próprias músicas. Há mais de dez anos faço só a minha música, minhas letras, equipo meu home estúdio, lanço meus próprios trabalhos com meus recursos não providos da música. Jamais tocaria em bandas covers para levantar dinheiro para produzir minhas próprias. Pois isso tomaria um tempo precioso demais. E tempo é tudo que temos. Dinheiro não é tão importante quanto o tempo. Ou nossa relação com o tempo.

    Como de se esperar, todas as primeiras produções são praticamente domésticas. Músicas com instrumentos desafinados tocados por mim mesmo sem técnica alguma, vídeos tremidos, edições grosseiras. Para músicos que ostentam uma boa aparência para revistas, eu era um louco. Para ele, minha tal de "imagem" era perdida a cada produção divulgada. Tem uma delas no youtube que já soma uns dois mil acessos. Para mim, isso é sucesso. Eu sei muito bem da falta de qualidade do vídeo. Mas sei muito bem da grande qualidade subjetiva deste e de todos vídeos, músicas e letras que venho criando de maneira livre há anos.

    Com o passar do tempo, tudo foi melhorando. tanto tecnicamente quanto poeticamente, junto com a natural maturidade e discernimento na vida e no que diz respeito a comunicação e marketing. Temos hoje uma banda que toca as mesmas músicas, porém, uma banda de bons músicos, criativos e super ferras. Produtores audiovisuais profissionais que querem fazer clips nossos devido a qualidade da mensagem da música, tanto letrística quanto sonora. E isso eu sabia que aconteceria. Eu só tinha que manter firme a convicção de fazer oque meu coração mandava. Consciente da imaturidade, da falta de recursos, da ansiedade, e principalmente, consciente da importância do trabalho da hoje Código Zen, que cada vez mais é respeitada pela região pela personalidade de palco única e pelas músicas de atmosfera características.

    Sucesso não é só trabalho. Trabalho regido com ego será todo em vão. Sucesso tem mais a ver com o público do que com o artista. O máximo a fazer, é conectar-nos. Energeticamente, sutilmente.

  3. luanhenrique1007@gmail.com'
    by Luan Henrique Damasceno Costa on agosto 25, 2014  02:46 Responder

    Boa noite!

    Autômatos é uma banda de Rock formada em Uberlândia no final de 2013. Formada por: Diego Elias (Guitarra e Vocal), Vitor Hugo (Teclado e Back Vocal), Luan Henrique (Bateria e Back Vocal) e Daniel Borba (Baixo). Após os primeiros meses apenas tocando no fundo da garagem, a banda participou do concurso de bandas autorais da Coca-Cola Music Connection, finalizando com o segundo lugar regional.
    A partir daí a banda iniciou o seu trabalho com composições próprias e gravou a sua primeira demo, contendo três canções, que foram bem recebidas pelo público. Participou da edição de 2014 do festival Prêmio de Musica de Minas Gerais, classificando como uma das melhores bandas regionais do festival, culminando em uma apresentação no Teatro Municipal da música “O Sonho”.
    A banda, formada por estudantes da área de computação da UFU, vem conquistando seu espaço no mercado brasileiro com músicas próprias, com letras em português que remetem a bandas do cenário nacional como Legião Urbana e Engenheiros do Hawaii e a sonoridade do rock de arena internacional, que mistura o peso de bandas como Muse e Rage Against the Machine com a levada melódica do U2 e Queen.
    No atual momento, a banda se encontra em estúdio gravando o primeiro EP de apresentação, Atlas (2014), contendo cinco músicas inéditas, que será lançado no começo de Setembro/2014.

    Ai vai alguns links pra vocês conferirem!

    https://www.youtube.com/watch?v=LIK5xmQ1Vm0
    https://www.facebook.com/BandaAutomatos

    Deem-nos uma forçinha ai! =)

  4. diretoria@vidaescrita.com.br'
    by oscar silbiger on maio 14, 2015  09:45 Responder

    Olá, bom dia. Sou escritor que há 34 anos venho atuando como biógrafo. Conheci esse projeto e me identifiquei muito com ele, já que tem por objetivo resgatar histórias reais e muito emocionantes, evitando que caiam na vala comum do esquecimento, que seria uma grande pena. Gostaria de produzir um livro com essas "caminhadas" e assim preservá-las e compartilhá-las da melhor forma. O meu site é www.vidaescrita.com.br e estou à disposição para trocarmos ideias a respeito. Abraços, obrigado e até breve!

  5. bandaplanaltocentral@gmail.com'
    by Planalto Central on novembro 23, 2015  04:41 Responder

    A história da Planalto Central iniciou em meados de 2001 como um Power Trio, mas foram os amigos Betinho Matuszewski (guitarra/vocal) e Júlio Mautner (guitarra/backing), em 2004, que sentiram a necessidade de reforçar a divulgação do som autoral e decidiram dar força total a esse sonho. Para isso, recrutaram outros dois caras Deivinin Bertson (bateria/backing) e Márcio Gurgel (baixo).
    Depois de algum tempo a banda sentiu a necessidade de adicionar um novo elemento nessa mistura. Daí ingressou Léo Vinhal, um misto de ator/cantor, dando uma dinâmica interessante nas apresentações da banda. Nessa época a banda já tinha músicas de grande apelo junto aos fãs como: “Pereira”, “Thainá” e “O Jardim”.
    Assim, foi oficialmente formada a nova PLANALTO CENTRAL, com novas ideias, novos arranjos e muita vontade de difundir o seu som e pensamentos na capital federal. E com essa formação a banda inicia novas apresentações com destaque nos movimentos undergrounds, pubs e festivais. Porém, a participação do Léo Vinhal durou cerca de um ano, porque “o teatro falou mais alto”.
    Pois bem, a Banda não se deixou abater. No início de 2006, por meio da internet (falecido “orkut”), o grupo encontrou o japonês mais negão que o Brasil já viu (ele se auto-intitula assim rsrs), Rica Matsu, que imediatamente abraçou o ideal da banda. Dando continuidade ao sonho.
    Já em 2007, um dos fundadores da Planalto Central, Betinho Matuszewski, decide sair da banda para seguir outros projetos pessoais, deixando assim o seu legado. Ainda no mesmo ano, Rica Matsu também decide sair. Mas como dizem por aí “não largamos o osso” e principalmente, não abandonamos o sonho.
    De novo aos testes, o grupo encontrou o vocalista multifacetado Roger. Que encontrou uma situação difícil de contornar, ser aceito pelo público exigente da banda como novo integrante. Não deu tempo! A banda entra numa fase de hibernação e nesse período a banda resolve permanecer com somente três componentes: Deivinin Bertson, Júlio Mautner e Márcio Gurgel.
    Durante essa pausa de shows, a banda continua a ensaiar como um trio e decide inovar com os vocais sendo divididos entre o baterista e o guitarrista. Desde então, a banda voltou a se apresentar em bares, eventos, festivais.
    Em meados de 2013, o grupo entrou em estúdio e gravou o tão aguardado CD de estreia “Planalto Central - Canções em Preto e Branco”, que contém 11 músicas entre as quais não poderiam faltar as clássicas: Pereira, Thainá, Quando Eu Te Procurar Não Tente Se Esconder. E outras mais recentes: Pra Mim Tanto Faz, Nem o Silêncio e Uns Dias. Após mais de um ano de dedicação total à gravação, o álbum foi lançado em novembro de 2014.
    A PLANALTO CENTRAL é isso, superação e amor ao que fazemos, ROCK!!!

Comente

Seus email não será publicado.