A Apple anuncia a chegada do Apple Music, seu novo serviço para ouvir música em “streaming”

(Músiquinha do Plantão): A Apple acaba de lançar um serviço de “streaming” que vai peitar o Spotify, o Rdio e todos os outros tocadores de música online. Qual é a maior vantagem da empresa da maçã mordida? E as fraquezas do novo serviço? O SomosMúsica te conta!

A Apple anuncia a chegada do Apple Music, seu novo serviço para ouvir música em “streaming”

O Apple Music vai peitar o Spotify

A Apple revolucionou o mercado musical quando há mais de uma década lançou o iTunes.

Mas ontem, na conferência anual Worldwide Developers, a Apple anunciou que está mergulhando de cabeça no mundo do “streaming” com o Apple Music, um serviço “on-demand” que toca música online sem necessidade de baixar arquivos, e peitará competidores como o Spotify, o Google Play e o Rdio. O Apple Music vai ser lançado em 30 de junho para iOS e desktop, com o lançamento para Android previsto para o outono.

Se o seu pacote de distribuição com a CD Baby inclui serviços de “streaming”, sua música já estará no Apple Music. Além disso, você vai pode customizar seu perfil artístico na nova ferramenta usando o Apple Connect!

Connect é ponte da Apple Music entre artistas e fãs. Com Connect, os artistas podem compartilhar músicas, fotos, letras, vídeos e muito mais. Os fãs podem comentar, curtir e compartilhar esse conteúdo através de mensagens, Facebook, Twitter e e-mail.

[Nota: o conteúdo compartilhado através do Connect será livre de anúncios, e as reproduções de vídeos e músicas via Connect NÃO serão monetizadas.]

Finalmente…

Rumores de que esse novo serviço de “streaming” chegaria estão rondando desde que a Apple comprou a Beats Music (por mais de US$ 3 bilhões, ou quase R$ 10 bilhões) no ano passado. E houve muita especulação sobre o nome que a novidade teria: Beats Music, Beats by Apple, iTunes Streaming etc. Mas agora o posicionamento da marca está claro: Apple Music!

Beats 1

A marca Beats vai seguir vivendo com o Beats1, uma estação de rádio mundial que opera 24 horas por dia, com propagandas e cuja curadoria é feita por seres humanos de verdade (incluindo DJs celebridades como Zane Lowe, Ebro Darden, e Julie Adenuga), não algoritmos.

O modelo de assinatura do Apple Music

Diferentemente do Spotify, que oferece um plano gratuito em que o usuário tem de ouvir anúncios entre as músicas, o Apple Music SÓ PODE ser assinado— com o preço mensal de US$ 9,99 (ainda que haja um período gratuito de teste por três meses). Além de um plano para famílias por US$ 14,99 por mês que inclui até 6 contas de usuários separadas.

Isso parece ser uma vantagem para o Spotify ao longo prazo, mas gravadoras e distribuidoras que fazem licenciamento do seu catálogo ficarão mais do que felizes de negociar (e de renegociar) com empresas que acabaram com assinaturas DE GRAÇA, preferindo apenas as que são pagas.

O Apple Music não é o iTunes… exatamente

Uma coisa importante de se notar: o Apple Music é um produto diferente do iTunes, embora suas lista de reproduções do iTunes e afins serão acessíveis ao usar o Apple Music. Os clientes que preferirem fazer download de música podem fazer isso pela loja iTunes Store. Os clientes que preferirem ouvir em “streaming”, sem baixar, podem usar o Apple Music. E você é bem-vindo a usar os dois serviços — é claro — já que a Apple tem suas informações de cartão de crédito na mão (junto com as de mais de 800 milhões de outros clientes)!

Quer sua música no Apple Music?

Se você ainda NÃO está distribuindo sua música com a CD Baby, inscreva seu som ainda hoje!

Se você JÁ está distribuindo sua música com a CD Baby, mas não disponibilizou seu som em serviços de “streaming”, é só mudar suas configurações de distribuição dentro da sua conta da CD Baby.

Você está animado com o Apple Music? Qual será o impacto deste serviço no mercado da música? Conte para a gente na seção de comentários, aqui embaixo.

 

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1 Comentário

  1. Filhodamusa@hotmail.com'
    by Natan Ferreira on junho 24, 2015  13:34 Responder

    Surpreendente como sempre, a Apple vai novamente revolucionar o mercado musical com a Apple Music! De fato, acredito que gradativamente as pessoas devam migrar para os serviço de assinaturas para fugir do incômodos pop ups, e outros tipos de propagandas indesejáveis! Sem contar que a marca Apple é sinônimo no mercado de um grupo de usuários diferenciados, uma espécie de glamour consumista, que seduz outros usuários a desejarem os produtos e serviços da marca.

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